Como minha bike ficou no escritório ontem (10°C + chuva=hime míope se estrupiando), hoje numa rara ocorrência, fui pro trabalho dirigindo. Não deixo de me admirar em como o trânsito é uma ferramenta de reflexo da vida em sociedade...enfim, post especial para cidade no qual eu vivo atualmente.
Motoristas são carlenses parte 1
A maior parte do meu caminho para casa se dá em uma avenida larga, quase sem farol que leva até o shopping, e é aí que reside um dos únicos faróis do caminho, um bichinho sacana que fica fechado por mais do que um minuto fica aberto por 30 seg. Hoje, eu vi que o farol estava fechado de longe, então pus em ponto morto e deixei o carro. Um Honda me ultrapassou correndo e mudou para a minha pista. Quando o farol abriu, nada do cara andar, o farol fechou a hora que passei. Ou seja, eles correm em momentos estranhos e não andam de pura pirraça.
Complementando, sempre que estou de bike nesse farol, eu sinalizo que preciso ir para a faixa rápida para poder atravessar, ninguém entende que pode desacelerar, pois dá tempo, preferem buzinar e tentar me atropelar.
Motoristas são carlenses parte 2
Me digam o que fazer em um rua de mão dupla de paralelepípedo? Andar no meio, claro! Fazendo com que o motorista que quiser entrar na rua pare e espere.
Motoristas são carlenses parte 3
Quando você ouve uma ambulância, você olha no retrovisor para ver se ela está atrás de você? Para quê?
Se existem duas vagas de carro na rua, mas a sombra está bem no meio delas, o que você faz? Pára no meio, óbvio! Quem se importa que outra pessoa possa querer estacionar?
Motoristas são carlenses parte 5
Falando em estacionar, vaga de deficiente serve para deficiência em português também?

Em tempo, a multa moral foi uma invenção do pessoal da V. Madalena, dêem um pulo lá no link
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