Páginas

06 fevereiro 2014

Morar sozinho

Por |
Oi pessoal! Continuando com os posts sobre sair de casa, hoje o assunto é morar sozinho.
Quando a gente passa no vestibular, a primeira opção que passa pela cabeça (exceto nos casos que a pessoa já está pensando nas baladas...rs) é sempre morar sozinho; seja por medo do "desconhecido", de sair de casa ou de gente que você nunca viu mais gordo dividir um quarto com você.



Morar by yourself permite uma liberdade infinita (limitada por seu vizinho de apto ou casa, claro) pois de repente você não tem mais seus pais na sua cola, nem irmãos pegando suas coisas e muito menos desconhecidos em sua casa. Você pode andar nu, de toalha, com uma folha de couve amarrada nas pernas; pode deixar a porta do banheiro aberta, dormir na sacada, ouvir ópera de madrugada, tocar bateria...não tem ninguém para te incomodar!
Você pode ter seus animaizinhos (mesmo que sejam iguanas, aranhas e cobras), seus tiques e manias (mesmo que você tenha um TOC absurdo e goste de meditar de ponta cabeça na lua minguante), e suas coisas sempre estarão no lugar onde vocês as coloca (isso inclui não saber aonde você as põe), o que me leva aos contras.


Você pode achar ótimo que ninguém coma seu pedaço de pizza guardado para o dia seguinte, mas também pode achar desconfortável ver que acabou o leite e você esqueceu de comprar ou pior, o papel higiênico! Talvez você goste da ideia de mandar todo mundo embora e ficar sozinho no fim do dia, porém o silêncio pode ser bastante enlouquecedor se você vem de uma família grande. Pode ser que você não tenha paciência para gente querendo invadir seu espaço enquanto você quer estudar, no entanto, pode ser que você se sinta doente e não tenha ninguém para cuidar de você. Saber que a bagunça é toda sua e somente você terá que limpar talvez seja mais consolador do que limpar bagunça alheia, contudo podem haver dias que você não gostaria de lavar louça e ao chegar em casa, a pia já está limpa.


Dá pra perceber que na verdade todos os prós podem ser ao mesmo tempo, contras, então a única coisa que considero um contra de verdade é o valor. Morar só é caro! Em qualquer cidade (a não ser casos raros) o aluguel de uma kitnete perto da faculdade é parecido com o de uma casa de 2 quartos em outro bairro, além disso você terá que arcar com todas as contas cuja existência você nem conhecia quando morava com seus pais (água, energia, telefone, internet, gás, reparos ocasionais, supermercado, etc). Por fim, se você não conseguir um lugar mobiliado, alguns móveis simples - e usados - como fogão, cama, sofá, geladeira e armário podem sair bem caros; nesse caso vale pedir doação de móveis e eletrodomésticos pela família e com amigos. Caso você tenha vergonha disso, lembre-se que você acabou de entrar na categoria de estudante e economizar em tudo é fundamental!

Para finalizar, se você tem dinheiro, ótimo! Seus pais podem pagar tudo e você ficará confortavelmente instalado(a) em um mundinho igual ao que você tem em casa. Caso você faça parte da grande maioria do país e seus genitores tem que batalhar para te manter na faculdade, provavelmente você não conseguirá morar sozinho, mas que tal dar uma força e de quebra crescer absurdamente com as situações de morar com outras pessoas? Vai que você gosta...veja o post da semana que vem.


Imagens: 
figura1
figura 2
figura3 

30 janeiro 2014

Passei no vestibular, e agora?

Por |
Coração bate forte ao olhar as listas, ver seu nome é uma emoção indescritível e você já começa a comemoração com familiares e amigos. O próximo passo geralmente são as dúvidas: onde vou morar, como vou fazer, como vou para faculdade, etc. 

Primeiro: parabéns! Segundo, calma, pois são muitas coisas novas ao mesmo tempo. O primeiro passo é ir fazer a matrícula (não esqueça de pegar o seu histórico escolar do ensino médio, todas pedem e todo mundo esquece) e aí temos duas situações: nos casos em que o lugar é muito longe, tem pessoas que vão para a matrícula de "mala e cuia"; nesse caso, vale procurar o alojamento e pedir abrigo (eles estão preparados para esses casos). Por favor, não façam como meu amigo Gabe que foi para outro estado e teve que dormir literalmente na praça até achar o alojamento da faculdade! Quem pode voltar para casa para se organizar, pode aproveitar para passear pela cidade, se localizar, etc.

Na hora de se mudar mesmo, lembre: Informação primeiro, sempre! Procure o máximo de informações possível, e não vá fechando contratos ou afins sem antes conhecer bem a cidade, o clima, os habitantes, a faculdade, seu curso, etc. Vale a pena pesquisar muito, entrar em contato com quem já mora, conhecidos e amigos de conhecidos, procurar veteranos no facebook, e outros. É comum os pais levarem os filhos à nova cidade e já saírem fazendo o possível para que seu “bebê” fique devidamente instalado. Se você tem dinheiro para isso, ótimo. Mas na maioria das vezes, é melhor passar algum tempo “à deriva” (ainda que deixe seus pais loucos) do que entrar em um aluguel de 3 anos imediatamente. Se você não gosta de bagunça, melhor procurar apart-hóteis, flats ou pensões que você possa acertar por um período fechado, mas de curta duração.

Ao fazer as malas, não esqueça alguns itens básicos de higiene (pode demorar para você achar um supermercado), veja se você precisa de um colchonete e esqueça a timidez e o orgulho em casa, no começo você vai precisar de ajuda, não tenha vergonha de perguntar, a maioria dos veteranos não está lá só para o trote e vão te ajudar com prazer. Protetor solar e um sorriso vão te levar longe. Boa sorte!

Bons sites para pesquisar: easyquarto - quartos para alugar por dias ou meses, repúblicas, etc
couchsurfing - peça um sofá alheio
dividoapartamento - a maioria em sampa


Conhece mais sites? Deixe um comentário!

A série de 8 textos sobre vestibular foi escrita para um blog adolescente a pedidos, porém nunca foi utilizada e eu achei que seria uma pena, vai que alguém se beneficia...
 
fotos: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-qI8uL8Dh3rvbnjrI0fsBGTDGQQJxZJhBN_N7Z7_aCwKCTPzzaOqbz2eZqcARAymcffuMRdMzf9IAXZF00kFWZPHvBAShcBZn6_mUt3zOmrm04C-Xf5vLBK1CHIf0kRt6WDh8TLbdBBk/s1600/lista.vestibular.jpg
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNzlhgA8QkARRoJYYE4UDV9qMKmD6ebg6CacU7tdPlHRgKCcIkY8H-ssa99LHjtC8zU63V9pFtJFG8c121J_S82tz9JhT6LfNrCzuQ24EviruXmk34bBLjHJ9TonNrllKy1x6TDFhALkg/s1600/passei-vestibular.jpg

08 dezembro 2013

Fatos legendários sobre How I met your mother

Por |
Se você, como eu, adora How I met your mother, vai gostar bastante desses fatos publicados no 9gag:

1. O episódio mais assistido foi o "Pineapple incident", onde Ted toma 5 doses de um nova bebida feita por Carl, o bartender, e consequentemente esquece a noite anterior. O menos assistido foi "Landmarks" quando Marshall está tentando salvar o "Arcadian" famoso prédio de NY que está prestes a ser demolido para a construção da sede do Goliath National Bank. Particularmente eu pulei muitos episódios dessa temporada por detestar a Jennifer Morrison (dra. Cameron em House). Acho que ela só consegue fazer o mesmo tipo de papel e quando isso acontece, tendo a crer que isso reflete o caráter do ator...enfim...meu ponto de vista.


2. A produtora Lifetime comprou o direito de re-exibir a série por $750,000 dólares cada episódio.

3. Neil Patrick Harris, AKA Barney, recebe $210,000 por episódio, enquanto o resto do elenco tira "somente" $120,000...



4. Apesar de terem a mesma idade na série, Ted (Josh Radnor) e Lily (Alyson Hannigan) são 6 anos mais velhos do que Marshall (Jason Segel), bom era de se esperar, né...o cara fez o filme dos Muppets...que piada ruim, eu sei...






5. 5 livros citados no show foram realmente publicados incluindo o "Bro code", códigos dos bros e "The playbook", livro de cantadas, ambos invenções do Barney.


6. Falando em "bro code", segundo o todo poderoso Google, o termo foi realmente inventado por Barney, já que não há menções ao mesmo antes de 2008.




7. Mais de 20 sites citados na série também existem como o notafathersday.com (dia dos que não são pais), puzzlesthebar.com (bar inventado por Ted e Barney no apto de Ted, chamado de quebra-cabeça) e o theslapbetcountdown.com (que marca o tempo restante para o Barney receber os tapas perdidos para Marshall em uma aposta).



8. Foram feitas 13 intervenções no show, incluindo o falso acento britânico de Lily, o uso exagerado de gráficos por Marshall, a obsessão de Robin por bronzeamento artificial, o amor de Ted por uma mulher casada e os truques de mágica do Barney. Talvez você também lembre a minha favorita: "Quinntervention".





9. Barney usa a famosa gravata de patinhos por 11 episódios!




10. Cobie Smulders, ou Robin, ou braço direito de Nick Fury nos Vingadores, é verdadeiramente, canadense. Os roteiristas vivem fazendo alusões a coisas canadenses como curling (que dizem ser um esporte, mas eu só acho que é um tipo de bocha gelada), o time de hóquei Vancouver Canucks e Tim Hortons, uma rede fast-food.


11. Os bordões-irritantes-que-não-saem-da-cabeça de Barney: "Você conhece o Ted?", "What up", "Espere por...", "Vista seu terno" apareceram todos no episódio piloto.


12. E já que mencionamos terno, Barney tem ternos pra todas as ocasiões, incluindo o suitjamas (que nada mais é do que um pijama/terno e aparentemente um lançamento da Armani). Mesmo assim, tem 12 vezes durante a série que ele aparece sem o terno. No site do 9gag tem vários fãs discutindo se são mesmo 12.





Sim, ela é a cut-throat bitch do House
13. Finalmente Ted procurou o amor em 29?! mulheres que não são a sonsa-sem-sal mãe das crianças. Eu gosto particularmente da Natalie, que ouvia Belle and Sebastian e lutava krav-magá...




Tem mais um post sobre how I met aqui...The naked man!

Sorry, dessa vez esqueci de pegar as referências das imagens (já fui melhor, eu sei...) 

30 agosto 2013

Dia do blog 2013

Por |
 


Dia 31/08 é dia do blog…Pra comemorar eu vi no hypness uma proposta de escrever sobre uma paixão na sua vida. Bom, amar eu amo B...amo o gato...amo a família...mas a maior paixão que eu tenho é ensinar.


Quando eu fazia faculdade, tive um momento de desânimo seguido por epifania ao pensar no meu futuro dentro da área. Pensei nos prováveis empregos que eu teria e nenhum me atraiu. Pensei no que eu gostava de fazer e lembrei dos dias em que eu dava aula. Bingo! Alguém poderia argumentar que eu poderia dar aulas em faculdade depois que me formasse, mas veja, eu não tinha como escrever meu TCC...imagine aguentar mestrado e doutorado? No way.

E foi assim que larguei a faculdade e me perdi no mundo. Ensinar mesmo nada. Demorou um bom tempo pra eu transformar a vontade inicial em plano, posteriormente em projeto e, finalmente em realização. O começo foi complicado e eu, sem-vergonha de nascença, me vi sem palavras e constrangida toda vez que me perguntavam algo que eu não sabia (na minha cabeça, que devia saber).  E vou confessar, com profundo pesar, que desisti. Meu perfeccionismo não me deixou continuar e eu fugi.

Mas como a vida ensina, voltei. Melhor preparada, achava eu. Mero engano. Professores nunca estão totalmente preparados. Sempre temos algo a aprender, a ver de outro modo, a “re-pensar”. Me surpreendi. Gostei.

Desde então, cada aluno é para mim como a criança que aprende a amarrar o sapato; cada laço é um conhecimento novo e, sair de sapatos amarrados é a vitória de conseguir comunicar-se. Sinceramente, aprendi mais sobre como ensinar do que propriamente ensinei. Cada aula é uma surpresa nova porque nem a forma como você monta a lousa é igual e, ás vezes você simplesmente vê que tem um jeito mais fácil de explicar aquilo que ninguém entendia...

Esses dias li um pensamento interessante sobre meu ofício: “Educar é libertar.” (Eugenio Mussak, Vida Simples de setembro/2013). Pensei muito nisso porque acredito firmemente que, quando ensino um aluno a dizer: “I would like to fly” eu não estou só ensinando-o uma língua, estou dando a chance do aluno se expressar. Falando necessariamente do que eu ensino, uma nova língua é todo um novo universo de códigos, cultura e tradições. Mostrar isso á outra pessoa é ampliar o horizonte que ela tem e isso não tem preço.
Por isso, manteiga derretida que sou, me emociona sinceramente quando um aluno para de errar um tempo verbal ou usa um modal sem pensar ou simplesmente me diz “ah” quando expliquei pela vigésima vez. É só por esse “ah” que eu continuo fazendo o que faço. Foi essa onomatopeia que me mostrou o que era paixão. 
Imagens:
http://www.projects-abroad.co.uk/_photos/_global/photo-galleries/en-uk/ghana/_global/large/teaching-volunteer-in-ghana.jpg
http://pamojaplc.edublogs.org/files/2013/05/Tips-for-teaching-online-2az7u66.jpg
http://writerspenn.blogspot.com.br/2012/08/the-write-turn.html

03 julho 2013

Procurando emprego no Facebook. Você está fazendo isso errado.

Por |


Depois de milênios fora do blog, resolvi voltar. O motivo não é lá muito nobre...procura de emprego no Facebook. Já aviso, se você é sensível, saia imediatamente. O post é para estômagos fortes.

Eu sigo dois grupos no facebook para anúncio de empregos. Acho que usei mesmo uma vez, mas gosto de ficar fuçando... Problema é que muitas vezes eu me irrito com as postagens. Tem muita gente absolutamente nonsense.  Um exemplo:
“Precisamos de pessoas para trabalhar no bar de uma festa. Informações somente no dia x, local y, horário z”. Logo abaixo tem 15 comentários:
- precisa se inscrever em algum lugar antes?
- quanto é o salário?
- de qual a qual horário? ETC...
Se fosse eu, pegaria o nome dessas pessoas e, quando elas chegassem para entrevista: “Ah, você é fulano, ne? Pode ir embora que você é analfabeto funcional e isso pode ser perigoso...vai que pega fogo e você não consegue entender as instruções do extintor...”

Dei uns printscreen pra exemplificar:




Fala, não dá vontade de criar um tumblr: “como não procurar emprego” ou algo do gênero? 

Ah, mas tem gente que não tem oportunidade...bla bla, não me venha com baboseira demagógica. Em época de google, a pessoa só é pouco profissional assim porque quer. Pesquisar, procurar, enfim, chacoalhar os neurônios, pra quê? E o pior, tem gente que não quer trabalhar, quer uma ocupação de algumas horas pra ficar no Facebook recebendo. Ex: A pessoa diz: procuro emprego em vendas. Ah é? Então levanta a bundinha da cadeira, imprime mil currículos e vai de loja em loja no shopping (Ribeirão tem 3, um é monstruoso e estão construindo o n.4).  Ah, mas trabalhar em escala 6x1 eu não quero. Claro, porque é mais bonito receber seguro-desemprego. Desculpe-me pessoa, mas trabalhar pouco e ganhar bem é pra quem é altamente qualificado.

Não me leve a mal, eu acredito fielmente na frase do Confúcio “Aquele que faz o que gosta, não trabalha um dia sequer”...porém, não é o caso desse povo em hipótese alguma. Pergunta pra qualquer um deles: o que você gosta de fazer? A pessoa não sabe responder. Então deixa a tia te dar um conselho: enquanto você não descobre, rala meu bem. É mais bonito você pular de emprego em emprego do que ficar á toa pedindo emprego no facebook.
Tá, mas eu não estou aqui só para criticar, vamos ser justos e passar umas dicas (se é que você, leitor inteligente, já não sacou o que não fazer depois de tudo isso). Não faça:
  • Eu deveria começar com: não poste nada. Como assim? Grupos de emprego no facebook servem mais para o empregador do que para o empregado, entende? Fica mais fácil de visualizar as vagas e você não perde tempo lendo as lamúrias alheias e ficando deprimido porque “ah, tem um monte de gente procurando, eu sou só mais um.” Tá, tem bons samaritanos que, ao verem um apelo, dizem que x está procurando por mecânico, atendente, etc. Então se você achar absolutamente imprescindível, coloque no máximo algo do tipo: “alguém sabe onde tem vagas para catador de piolho, montador de ábacos ou preparador de pratos indonésios?”

  • “Preciso de um emprego”. Como assim? “Trabalho em qualquer coisa.” Não é bem assim ne? Se serve qualquer coisa, o empregador vai te oferecer qualquer coisa e aí você não vai querer, certo? Uma coisa que aprendi com a Infinity: Não existe isso de qualquer coisa, se valorize e vá atrás de um emprego no que você quer.
 
  • NINGUÉM TE DEVE NADA. Nem o governo, nem seus pais, nem o grupo de empregos, ninguém! Eu devia contar só de curiosidade o quanto de vezes aparecem as palavras “Me ajudem”, “urgente”, “por favor”, “pelo amor de deus”, “preciso”, “estou desempregado(a)”.  Ninguém nunca te falou que é feio mostrar suas mazelas ao mundo? Acho que a nossa cultura paternal e assistencialista criou uns monstros abomináveis... Veja, quando você procura emprego, ninguém está te fazendo um favor. Você vai trabalhar e receber por seu trabalho. Se você mendiga emprego, você vai receber esmola. Mude de postura e seja profissional. 

  • Acho que todo mundo já ouviu isso, mas é importante ressaltar que o que você põe na internet, todo mundo vê. Aí temos dois casos: 1. Quando você usa o face para procurar emprego, mude a foto para algo comportado, nada de biquinho, foto de balada, sem camisa no espelho e afins. Você posta que procura um emprego, eu vejo a sua foto e morro de nojo, resultado é que nunca vou te contratar. 2. Mesmo que você não use o face para procurar emprego, fatalmente alguém da empresa ou seu empregador vai procurar você online. Pode ser que a pessoa não se importe de ver você caindo de bêbado em 90% das suas fotos, mas não faz bem para sua imagem de forma alguma. Aproveitando, faça um e-mail profissional separado do pessoal. Nada de lalazinha_fofa@hotmail (tá rindo, ne? Já vi muitos).

  • PORTUGUÊS LIMPO E CORRETO! Até gritei (e babei haha). Pelo nível das postagens facebookianas você percebe que a pessoa jamais vai ser contratada para algo mais do que caixa de supermercado (com todo respeito aos caixas, acho que todo trabalho é digno, vejam bem). A pessoa vem reclamar que não é chamada para entrevistas, mas pelo que escreveu no face, você já imagina como está o currículo e aí é fácil de somar 2+2, certo? Se você não sabe elaborar um currículo, manda um e-mail para mim que te faço um por precinho camarada. E lembre de mudá-lo para cada tipo de vaga (currículo geral é coisa de gente sem qualificação).
Pronto, obrigada por ter lido até aqui e caso você não concorde com o que escrevi, faz um blog pra você.

26 junho 2012

Ribeirao Anime Fest 2012

Por |
Domingo de sol com ventinho gelado e clima pefeito para o 5º Ribeirão Anime Fest, evento idealizado para os fãs de cultura Pop Japonesa. Os espaço do evento estava bacana, apesar de faltar um pouco em decoração e talvez um pouco de setas (vi uma do Maid Café, se não me engano, mas pouco mais que isso e tive que perguntar para conseguir achar o banheiro, já que nunca estive lá). Não acho que as pessoas notem isso, mas vi vários staffs recolhendo lixo e o banheiro estava até bem limpinho. Nota dez para organização.


Achei inteligente que o animekê fosse na praça de alimentação - mas aposto que o pessoal da comida deve ter ficado de saco cheio no fim do dia LOL - longe dos shows na quadra e impedindo que um som interferisse no outro. Falando em som, ainda bem para os músicos que ninguém economiza em caixas...dava pra ouvir a banda bem antes de alcançar as quadras e nem me atrevi a pular no meio da galera com medo de ficar sem ouvir nada hoje...rs. Só o apresentador que me dava uns sustos de vez em quando gritando "Thunder..." até achei bacana ele tentar animar o povo, trust me, isso é mais difícil do que parece, mas o cara gritava desnecessariamente em um microfone já alto.


Um problema dos vegetarianos em evento é comer. Eu tenho uma política de não dar trabalho para ninguém, mas ás vezes o bom senso não prevalece em virtude da falta de vontade alheia; enfim,sobre a parte de alimentação no geral: comer em evento sempre tem fila (óbvio, então melhor se encher e paciência e esperar mesmo) mas não entendi bem para quê havia um caixa se os lugares servindo também estavam recebendo dinheiro. Vi um cara ficar um tempo grande em duas filas por motivo nenhum, já que eu tinha fichas mas a menina da minha frente pagou para o cara que tinha lhe dado o refrigerante (nem no caixa da Oca do Açai foi). Acho que tem ser um pouco inflexível em algumas coisas para não causar tumulto, então fica a sugestão para o ano que vem, mas em relação ás opções de comida, eu gostei porque pude comer facilmente.

Nerd que é nerd e otaku que é otaku, tem miniaturas e reproduções e quinquilharias diversas, certo?Mesmo assim, me surpreendi com a quantidade de barracas vendendo produtos e até tinha umas coisas acessíveis, particularmente eu prefiro eu mesma pedir pelo DealEX, mas gostei de ver a força do evento, para comparar, o Dança Ribeirão é muito mais conhecido e já teve muitas "lojinhas", porém esse ano só vieram duas!


Para finalizar, evento de animê é um evento exibicionista, cada um põe seu melhor cosplay, fantasia, acessórios e roupas; assim eu não me decepcionei em nada com as figuras diversas que ilustram o post (tem mais aqui, by otaku.net). As apresentações foram muito legais, especialmente a Sakura cantando o tema de Pokemon (gravado por ela mesma), o Brooke tocando violino ao vivo (a música dele no One Piece claro) e a apresentação de luta (ñ sei que animê que é aquele...) do último grupo - galera deve ter se machucado nums rolamentos hein... E preciso aproveitar para falar que me surpreendi com tanta gente!

Estava conversando com meu tio sobre como eventos do tipo atraiam pouco público (agradecemos Naruto por isso?) Mas senti um pouco de falta de mais plaquinhas - e um pouco de criatividade nas existentes também, confesso. Abraços grátis já deu né?


Omedetô Organização! Foi um ótimo evento, agora só esperando 2013...


02 maio 2012

Jogo de Roller Derby for dummies

Por |
(Fala Galvão Bueno) Quem acompanhou as emoções dos jogos da Copa do Mundo (acaba fala) - confesso que só vi os do Brasil - viu que nem sempre é fácil entender o q se passa em um jogo de Derby. Quando a maioria das pessoas (incluindo moi) foi atraíd@ pelo jogo por causa do filme whip it - que já falei aqui - percebe que as câmeras não acompanham as jogadas da mesma forma que o filme, acontece uma certa frustração. Pensando em nós, noobs do esporte, o pessoal do Boston Derby Games (com tradução do Sugar Loathe Derby Blog) fez um guia prático em 10 passos que é supimpa azul. Aposto que depois de ler isso, mesmo quem nunca viu um jogo vai coçar os dedinhos; então para ajudar, seguem alguns vídeos da copa. Have fun!

1) Aprecie o contato. O roller derby é um esporte de contato e, vamos admitir, na primeira vez em que você assiste a um jogo é isso que você quer ver: derramamento de sangue e patinadoras voando para todo lado. Tudo bem! Esse é um dos charmes do esporte, então aprecie o contato, os bloqueios poderosos e os tombos épicos!

2) Preste atenção nas Jammers. Elas fazem os pontos e são as jogadoras que mais apanham! Elas são fáceis de ver porque usam estrelas nos capacetes. As bloqueadoras focam nelas na maior do tempo, então você também deve fazer isso.
Veja o resto aqui

Brazil vs França World Cup 2011:


imagem: Galvestondailynews